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	<title>ENTRA OU SAI</title>
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	<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:15:31 +0000</pubDate>
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		<title>Cavalo à solta</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 12:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
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 Ontem, sexta-feira, fui até Lagoa no Algarve, à festa da cerveja.
Actuavam lá os meus muito queridos __U.H.F.__.
 Estando eu de férias no Carvoeiro que fica ali bem perto, foi sopa no mel, aproveitei logo aquela oportunidade.
“ Nos bastidores, em conversa colectiva porque a isso a etiqueta obriga, e há que satisfazer as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/08/img_0102.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/08/img_0102.jpg?w=300&h=225" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-300" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/08/img_00901.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/08/img_00901.jpg?w=300&h=225" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-297" /></a><br />
 <strong> </p>
<p> Ontem, sexta-feira, fui até Lagoa no Algarve, à festa da cerveja.<br />
Actuavam lá os meus muito queridos __U.H.F.__.<br />
 Estando eu de férias no Carvoeiro que fica ali bem perto, foi sopa no mel, aproveitei logo aquela oportunidade.<br />
“ Nos bastidores, em conversa colectiva porque a isso a etiqueta obriga, e há que satisfazer as múltiplas solicitações dos fãs, em palavras circunstanciais, perguntaste: “__Então, gostaste?”__ “Sim claro! Respondi. “<br />
Agora cá para nós, __ digo-te mais: Digo-te que foi noite de pança cheia!<br />
Obrigado ó Ribeiro, por aquela lição poética. Só tu és capaz porque és único! O melhor poeta! Dos vivos e dos mortos, dos de cá e dos de lá, onde quer que seja esse __lá __.<br />
E, já sabes porque já te disse, para a próxima vez que vires no outro lado a minha careca a brilhar, __dá-me um bilhete pró inferno…, __ que eu pego na trouxa, dou uma saltada e vou até lá de férias.<br />
Cheguei a casa pela madrugada.<br />
Logo de seguida chegaram uns vizinhos muito barulhentos. Uns alegres a cantar, outros a discutir, todos a baterem as portas, alguém vomita.<br />
Sinto saudades do silêncio que habitualmente reina naquela rua da Suíça onde moro.<br />
Tendo em conta que no Algarve impera o turismo, apetece-me gritar-lhes:  Caluda!  Ruhig! Schweigen! Silence !<br />
Mas, para quê, se outros virão, e ruidosos continuarão? Será como remar contra a maré e se calhar eu é que estou deslocado neste espaço.<br />
Por cima, correm águas. Alguém toma duche, parece-me.<br />
Vindo não sei bem de onde ouço um ranger característico. Mexo-me na minha cama a testá-la e a comparar os sons. Sim, é isso mesmo que pensei, concluo.<br />
Chega mais uma revoada de vizinhos, (parece que chegou a camioneta da carreira!) e para não variar, também estes são barulhentos.<br />
Para ajudar à festa vêm acompanhados por um par de canitos, __nota-se a diferença no tom do ladrar. E pelo “ éu-éu “ nota-se também que são de raça pequena, senão seria com um “ ão-ão “que se apresentariam em palco.<br />
Fazem-me lembrar aquelas espécimes caninas que as más-línguas invejosas diziam que eram uns lambe-lambe e com isso faziam concorrência a muita boa gente! Mudaram os tempos e com eles vieram novas modas com artefactos especiais: enrugados, rotativos vibradores, coloridos, etc.<br />
Mais uma vez o meu vizinho galo, que mora ali por perto, bem cedo, certinho como um relógio, a uma cadência impressionante começou a cantar e com o seu “corÓcocÓ”me despertou.<br />
Volto-me para o meu melhor lado e espero que o sono apareça. Mas neste ambiente hostil torna-se impossível e com os olhos escancarados, acontece uma grande branca do tamanho da  brancura da parede…<br />
Tenho andado a dormir pouquíssimo. Já tentei carregar as baterias com uma sesta mas a algazarra e o barulho das pessoas na piscina do condomínio tem impedido esse meu intento.<br />
O melhor é ir para a praia, talvez lá consiga dormir mais um pouco, pensei.<br />
Meto pernas ao caminho, mas antes procedo ao dejejum e faço uma visita a um quiosque a fim de comprar postais e algo para ler. Apanho alguns e às tantas: “Olha este que lindo! A paisagem e até a posição é a mesma, mas tem cores mais bonitas.” Levo este, penso.<br />
Ao devolver o outro ao expositor reparo que muda de cores. Ora que porra! É o brilho do sol reflectido no branco do casario frontal que em conjunto com o do postal provoca aquela confusão. Confusão? Talvez não. Porque toda a ignorância se justifica enquanto um qualquer__ ignoro__não for identificado, de branco passa a preto, de elefante passa a camelo …, etc. E tal.<br />
Àquela hora ainda estava quase deserta com apenas algumas dúzias de pessoas.<br />
Alguns casalinhos de pombinhos, arrolhando enroladinhos, talvez ainda digerindo algum saboroso repasto!<br />
Alguns “ casalões “  dessintonizados  e dessincronizados enrufando!<br />
Monto o meu estaminé e de bruços preparo-me para bater uma soneca.<br />
Passado um instante ouço um som que conheço muito bem. Alguém está a ressonar. Ora que porra, só me faltava esta, por esta é que eu não contava, Até aqui tão longe e logo na praia!<br />
Lamento, é pena, interfere e estraga a bela melodia que vinha envolta no enrolar das ondas do mar e no grasnar das gaivotas que por ali se viam a voar.<br />
     Lembro-me da minha esposa que habitualmente também toca esta música. É tão grande a tortura que às vezes levanto-me e vou para a sala tentando escapar. É grande o espaço mas nem assim me safo. Ouve-se como uma malhadeira numa eira dos tempos idos.<br />
Reparo que uma vizinha também já se tinha apercebido disto e os nossos olhares se cruzam e parecem dizer: “sim, é verdade, eu ouvi, tu ouviste, logo não estamos alucinados.”<br />
Tentando afugentar um insecto qualquer que me ronda a penca do nariz e parece querer espreitar lá para dentro, __tal é a pouca vergonha!<br />
 Franzo o nariz. Fecho os olhos e eis que ele volta à carga. Mesmo de olhos fechados repito a dose e devido à luz fortíssima do sol vejo umas cores lindas, um verdadeiro arco-íris multicolorido. Com isso devo de ter feito umas caretas esquisitas pois que ao abrir os olhos deparo-me com um sorriso, (por sinal encantador) da minha vizinha.<br />
     Ponho-me de cu para o ar e __à cão__, com as mãos junto a areia, faço uma cadeira.<br />
Muito bem instalado, com um livro preparado para ser &#8220;devorado&#8221; reparo que mais uma vez a dita vizinha acompanhou aquela minha tarefa. Ri-se, talvez pensando em posições similares, dela, ou de alguém.<br />
“ Este gajo deve ser louco, certamente pensará “. Que me importa? Ela não sabe nem nunca saberá que esta minha santa loucura não me incomoda, porque nada me dói.<br />
Que pense o que quiser.<br />
Algumas vezes já me fiz de burro, noutras já me fizeram de camelo. E eu que até já me julguei ovelha tresmalhada e prenhe, abóbora oca, já engoli sapos vivos, já comi pão duro e bolorento, já fui de tudo um pouco, certamente já estou vacinado.<br />
Junto à costa navega uma embarcação que me faz lembrar as fotos que atestam como eram as naus de madeira e à vela usadas nas descobertas pelos valentes marinheiros. Só que esta deve de ser de plástico e vinda da China ou redondezas.<br />
Um gaiato esgueira-se em direcção à água. “Michell. Vient ici, Tu não ouves? Ó meu grande filho da p… “ a fulana ligou o radar a tempo, lembrou-se que estava em Portugal arrepiou caminho e não concluiu.<br />
Decido ir testar a temperatura da água. Está tão fria que os dedos encurvam, o grelo arrebita-se__ talvez tentando fugir àquela tortura molhada e fria.<br />
Mais tarde penso que não posso de maneira nenhuma ter vindo até ao Algarve e não tomar banho neste mar tão afamado. Volto e lentamente milímetro a milímetro vou entrando e cada cabelo, cada poro da minha pele se zanga, mas finalmente consegui.<br />
Na areia, o espaço lentamente vai escasseando.<br />
Uns pés palmilham a poucos centímetros do meu braço. Olho para cima e vejo uma mini-saia tipo tenista, deixando ver um fio dental, (que raio de nome lhe haviam de arranjar! Se fosse: lingual, dedal, ainda vá lá! Estaria relacionado com algum uso …) enfeitando umas encantadoras bordas que formam uma apetitosa paisagem.<br />
Os pés param, e decidem abancar mesmo ali. A dona curva-se a fim de estender a toalha no pouco espaço que ali ainda existe. E eis que o mundo torna-se mais interessante.<br />
Um puto chega molhado e ao seu grupo falando em Castelhano diz: “Está fria pero buena!”<br />
 Fria?! __ Duvido. Nestas idades costumam estar quentinhas, penso.<br />
Um cabelo que resistiu à devastação, e glorioso ficou mesmo no centro da minha careca, na presença desta coisa __ hirto manifesta-se…<br />
“Tem calminha, ele fala da água e tem razão, realmente está geladinha.”<br />
Entretido com estas divagações, com a leitura, e com a música do meu iPod, a hora de almoço chega rápido.<br />
Enrolo a trouxa e vou procurar uma manjedoura onde possa dar algo de roer a este meu cavalo que teima em querer andar desenfreado, à solta. Erva fresca certamente não será, penso. Se houver somente feno, se tiver que ser, pois que seja. É ração de combate, mas não é de combate em tempos de guerra, mas sim de tempo de paz. Paradoxo enorme! Assim como há razões que a razão desconhece, também há paradoxos dificilmente decifráveis. De momento é o que está a dar. Comer, beber e deixar tudo rolar.</p>
<p>Carvoeiro, 2 de Agosto de 2008</p>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 14:46:40 +0000</pubDate>
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		<title>E a montanha pariu um rato !</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:46:23 +0000</pubDate>
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  Foi em Junho de 2008. A selecção Portuguesa de futebol veio até à Suíça disputar o torneio, (digo torneio e mantenho, porque cá para mim, num campeonato todos jogam contra todos e este evento funciona por sorteio de grupos, meia final, e respectiva final. Por isso fico à espera que alguém me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/frangos-depenados2.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/frangos-depenados2.jpg?w=300&h=228" alt="" width="300" height="228" class="alignnone size-medium wp-image-288" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/olho.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/olho.jpg?w=215&h=300" alt="" width="215" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-284" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/nem-sei-o-que.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/nem-sei-o-que.jpg?w=150&h=146" alt="" width="150" height="146" class="alignnone size-medium wp-image-278" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/ratazana.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/ratazana.jpg?w=144&h=122" alt="" width="144" height="122" class="alignnone size-medium wp-image-277" /></a> </p>
<p> <strong> Foi em Junho de 2008. A selecção Portuguesa de futebol veio até à Suíça disputar o torneio, (digo torneio e mantenho, porque cá para mim, num campeonato todos jogam contra todos e este evento funciona por sorteio de grupos, meia final, e respectiva final. Por isso fico à espera que alguém me contradiga e me esclareça.)<br />
Foi um corrupio de cobertura mediática, uma grande chatice, direi mais: uma grande tortura aquilo que a Tvi, a televisão que adquiriu os direitos de transmissão, nos impingiu.<br />
 Ele foi cortes em programas para passar aos directos do estágio.<br />
 Ele foi nos telejornais a ver quem falava mais, a prognosticar enormes resultados, com uma grande certeza, __como no caso daquela coisa que é só baixar, arrear, e ao sair deixar cair __.<br />
 E sempre as mesmas perguntas: “ de qual jogador gostas mais? “ E quase sempre lá vinham as mesmas respostas ditas por rapariguinhas ainda com aspecto a leite, (na tv. Ainda não se sente o cheiro!) Quando questionadas sobre os porquês, justificavam as escolhas com isto: “ Ele é tão bonito!” __Como se beleza jogasse futebol ….<br />
E assim se alienaram as massas. Assim se formaram multidões de gente que se deslocaram de longe somente à procura de um autógrafo, de um sorriso, de um aceno.<br />
E eles, armados com a farpela de vedetas lá passavam, ora no conforto da sua”bomba”, ora no aconchego do autocarro de vidros fumados, ou a falar, ou a fingir que falavam ao telefone, a ignorarem pura e simplesmente os papalvos que alimentam aquela paranóia colectiva e lhes pagam os chorudos ganhos.<br />
Assim se formaram enxurradas de gente que os seguiram para todo o lado. E pasme-se porque é para pasmar!!! Alguém se lembrou de cobrar bilhete para assistir ao treino. E doze mil daqueles colectivamente apaixonados, colectivamente alienados, pagaram dezasseis francos suíços, __dez euros, mais coisa menos coisa.<br />
Logo à chegada, desde o aeroporto até ao hotel em Neuchâtel, foram escoltados por mais de dois mil motards durante mais de cem quilómetros.<br />
Os viadutos daquela auto-estrada por onde passaram estavam forrados, de gente dependurada, que esperava a passagem do autocarro. E para matarem o tempo cozinharam, assaram, comeram e beberam o que muito bem quiseram , sem esquecerem as  sardinhas e o   bacalhau, __ pois claro !<br />
À porta do hotel, o autocarro teve de circular a passo de caracol, e de polícia suíça embasbacada com tamanha coisa nunca vista! Tal era a grandeza    de tamanho, de crença, de certeza na vitória final, daquela multidão.<br />
Nos dias seguintes, alguns mais curiosos e teimosos,  espreitavam pelas frinchas dos taipais que cercaram e emparedaram a zona envolvente do hotel. Outros mais idiotas , ( munidos de boas ideias   quero eu dizer ) , subiram a miradoiros empunhando potentes binóculos, simplesmente esperando qualquer coisa que cheirasse a jogador bonito…<br />
 Depois foi o que se viu. Ganharam os dois primeiros jogos e surpreendentemente perderam o terceiro, com uma Suíça que já tinha sido eliminada da competição, mas que crente, cresceu, combateu e venceu o seu primeiro jogo de sempre, nesta competição.<br />
Caiu o Carmo e a Trindade! E lá veio o treinador /seleccionador, alcunhado de “sargentão”, de pronto e em jeito epistolar, falar às hostes, __dizer que podiam ficar sossegados porque nos jogos seguintes iam jogar melhor. (Repare-se que não disse que iriam tentar). Tanta fé! Tanta convicção! Como se o futebol fosse um jogo matemático e isento de ventos adversos naturais e artificiais…).<br />
Mais uma vez, foi o que se viu. Tinham que defrontar, __segundo alguns __, a poderosa Alemanha. O que se viu, não foi uma poderosa selecção a lutar, a jogar jogo bonito e corrido, mas sim a esperar e a jogar um jogo venenoso, mas incrivelmente concretizador e eficaz. Foi cinco vezes até à baliza portuguesa e marcou três. O mesmo tipo de jogo que usou contra a Turquia, foi três vezes, e marcou três vezes!!!<br />
Portugal a exemplo de quando joga, mesmo nas fases de apuramento onde quase sempre se apura nos últimos instantes, entrou enfezado de medo, devagar e devagarinho, para a esquerda, para a direita e para trás, sem garra, sem ambição, sem vontade de vencer, (as tais palavras inscritas no próprio autocarro, e tão apregoadas como energia movedora). E o adversário deixando jogar. Chegou-se ao desplante da estatística anunciar, ___setenta contra trinta por cento de posse de bola! ___.<br />
Mas isso não chega para marcar golos.<br />
E a tragédia a adivinhar-se.<br />
É verdade que o terceiro golo foi antecedido por uma falta estrondosa, de um empurrão a um jogador português, a tirá-lo do caminho e a ser marcado de cabeça. Falta tão escandalosa que toda a gente viu, só os árbitros é que não! Só lá para o fim é que os nossos rapazecos deram ares da sua graça e lá se viu bom futebol. Mas já era tarde. E assim, fomos impedidos de ir a prolongamento e porque se tratava de um jogo__deita fora __ fomos eliminados.<br />
E todos pegaram na maleta e lá foram com o rabinho envergonhado, entaladinho entre as pernas.<br />
Finalmente, foi-se tudo! Ficou apenas um silêncio constrangedor.<br />
Foram os bruxos, adivinhos e benzedores de ocasião, caladinhos que nem ratinhos antes que alguém lhes lembrasse que as rezas e mezinhas de nada valeram.<br />
Foram os oportunistas emplastros e afins.<br />
Foi-se o circo televisivo com toda aquela palhaçada mediática, (que me perdoem os palhaços profissionais).<br />
Foram os fãs logicamente desiludidos.<br />
Foram os jogadores, __que se não concluíram deveriam de ter concluído que nomes e camisolas não marcam golos, não ganham jogos__.<br />
Foi o treinador / seleccionador talvez sem entender, (a exemplo de outras vezes), como não resultaram as suas opções de chamar jogadores que pouco tinham jogado pelo seu respectivo clube, ou saídos de uma lesão. Talvez sem entender que as promessas às virgens e santinhas da sua devoção, não tinham resultado. Tinham sim, se transformado numa enorme montanha que pariu um rato. Ou seja: NADA!!!!!!<br />
Mas será que esse senhor ainda não enxergou que essas forças se existem e se forem justas nunca o poderão ajudar só porque crê e promete? Porque assim seriam parciais e com tal ajuda a ele concedida, iriam prejudicar os outros, e tornar-se-iam forças interesseiras e tendenciosas.<br />
Realmente há cada um!<br />
Ó gente! Estamos entregues à bicharada!<br />
Será que há por aí alguém que ainda se lembra do outro? ( O tal chamado de Tonho , que espalhava alhos e sal pelo balneário a fim de afugentar maus-olhados! __ Soube-se mais tarde )  E são estes líderes pagos a peso de ouro!  Enfim….<br />
Eis os meandros misteriosos do futebol. Óh! Futebol, futebol! __ Quanto mais te conheço, mais gosto de xadrez __. </p>
<p>Julho de 2008 </p>
<p>   </strong></p>
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		<title>Quando a música parar</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/07/02/quando-a-musica-parar/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 15:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[ébrio]]></category>

		<category><![CDATA[desejo]]></category>

		<category><![CDATA[encanto]]></category>

		<category><![CDATA[flutuar]]></category>

		<category><![CDATA[magia]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[pairar]]></category>

		<category><![CDATA[planar]]></category>

		<category><![CDATA[silêncio]]></category>

		<category><![CDATA[tédio]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Há encanto e magia na música que paira no ar .
Do toca - discos sai : 
&#8221;   * My girl is mine.
She is the world.
she is my girl. &#8220;
É aquela canção mágica
Que me faz vibrar . E então envolvente
Como serpente
Começa a festa .
Em ritmo crescente
E quente
A orgia mental
Avança indomável .
Do toca - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/cabeca-a-deitar-fumo.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/cabeca-a-deitar-fumo.jpg?w=150&h=125" alt="" width="150" height="125" class="alignnone size-medium wp-image-270" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/abstrato-4.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/07/abstrato-4.jpg?w=150&h=150" alt="" width="150" height="150" class="alignnone size-medium wp-image-267" /></a> </p>
<p><strong>Há encanto e magia na música que paira no ar .</p>
<p>Do toca - discos sai : </p>
<p>&#8221;   * My girl is mine.<br />
She is the world.<br />
she is my girl. &#8220;</p>
<p>É aquela canção mágica<br />
Que me faz vibrar . E então envolvente<br />
Como serpente<br />
Começa a festa .</p>
<p>Em ritmo crescente<br />
E quente<br />
A orgia mental<br />
Avança indomável .</p>
<p>Do toca - discos sai agora :  </p>
<p>&#8221;   ** Toca-me<br />
que tenho medo<br />
pode o amor<br />
guardar segredo ? &#8221; </p>
<p>No reverso<br />
Desta minha<br />
Fachada<br />
Sinto um calafrio .</p>
<p>Um quarto<br />
Dois corpos<br />
E um só medo<br />
Espreita pelo espelho .</p>
<p>Dois desejos , duas almas<br />
Gémeas<br />
Duas forças<br />
Sincronizadas .</p>
<p>Em conjunto lutando<br />
Ocultando<br />
O medo do proibido<br />
Do clandestino .</p>
<p>O fogo invisível está aceso . Como lava<br />
De vulcão arde e queima .</p>
<p>*   &#8221; When the music´s  over &#8221; </p>
<p>Quando a música parar<br />
Quero ficar assim a flutuar<br />
Ébrio no que restar<br />
Desta música que paira no ar .</p>
<p>É bálsamo é aconchego<br />
É disto que neste momento<br />
Preciso para continuar vivo<br />
Resistindo ao habitual insípido tédio  .</p>
<p>Quando a música parar<br />
No silêncio quero ficar<br />
Só , a recordar .</p>
<p>E a cassete deste meu caminhar<br />
Lentamente a desenrolar<br />
Para melhor saborear  .</strong><br />
*      Jim Morrison<br />
* *   António Manuel Ribeiro<br />
Abril de 2001 . In , Entre os Quês e os Porquês </p>
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		<title>Mãe Galinha</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/05/08/mae-galinha/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 16:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[Amanhã]]></category>

		<category><![CDATA[Berço]]></category>

		<category><![CDATA[Carta]]></category>

		<category><![CDATA[Coração]]></category>

		<category><![CDATA[Embalar]]></category>

		<category><![CDATA[Gerar]]></category>

		<category><![CDATA[Mãe]]></category>

		<category><![CDATA[Mãe galinha]]></category>

		<category><![CDATA[Sem demora]]></category>

		<category><![CDATA[Ventre]]></category>

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		<description><![CDATA[
Mãe , teu ventre me gerou
E o berço me embalou .
Teu doce falar
Ao acarinhar
Teu saber grandioso
Para  a vida me soube preparar
Fazendo de mim trabalhador
Lutador
E não ocioso
preguiçoso . 
No  ventre  me transportaste
Imagino quanto peso carregaste !
Quantos sacrifícios passaste !
Tantos filhos criaste !  
Mãe , sei que meu silêncio te faz sofrer.
Olha  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>
<strong>Mãe , teu ventre me gerou<br />
E o berço me embalou .<br />
Teu doce falar<br />
Ao acarinhar<br />
Teu saber grandioso<br />
Para  a vida me soube preparar<br />
Fazendo de mim trabalhador<br />
Lutador<br />
E não ocioso<br />
preguiçoso . </p>
<p>No  ventre  me transportaste<br />
Imagino quanto peso carregaste !<br />
Quantos sacrifícios passaste !<br />
Tantos filhos criaste !  </p>
<p>Mãe , sei que meu silêncio te faz sofrer.<br />
Olha  , não é palavra vã<br />
Mesmo , mesmo amanhã<br />
Te vou escrever .</p>
<p>E para alegrar teu coração<br />
Sem mais demora<br />
Que já é hora<br />
A carta mando de avião .</strong></p>
<p>In, __ Entre O Ter e o Querer__, Julho 2000</p>
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		<item>
		<title>Ser Mãe</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/05/04/ser-mae/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 May 2008 10:57:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[Ser mãe]]></category>

		<category><![CDATA[Mãe]]></category>

		<category><![CDATA[Parto]]></category>

		<category><![CDATA[Gestação]]></category>

		<category><![CDATA[Natalidade]]></category>

		<category><![CDATA[Mãe é mãe]]></category>

		<category><![CDATA[Mãe galinha]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Ser mãe, é na essência da palavra
A máxima consagração
Da condição
Feminina de ser mulher.
Ser mãe, é o despertar de um sonho
Tantas vezes sonhado!  
Ser mãe, é o concretizar de um desejo
Que ansiosamente transportava no peito.
Ser mãe, é o florir de uma roseira
Lindas e charmosas rosas!  
Ser mãe, não é só o gozar ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/dia_das_maes32.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/dia_das_maes32.jpg?w=300&h=277" alt="" width="300" height="277" class="alignnone size-medium wp-image-265" /></a><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/dia_das_maes5.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/dia_das_maes5.jpg?w=200&h=198" alt="" width="200" height="198" class="alignnone size-medium wp-image-264" /></a><strong> </p>
<p>Ser mãe, é na essência da palavra<br />
A máxima consagração<br />
Da condição<br />
Feminina de ser mulher.</p>
<p>Ser mãe, é o despertar de um sonho<br />
Tantas vezes sonhado!  </p>
<p>Ser mãe, é o concretizar de um desejo<br />
Que ansiosamente transportava no peito.</p>
<p>Ser mãe, é o florir de uma roseira<br />
Lindas e charmosas rosas!  </p>
<p>Ser mãe, não é só o gozar ao fazer um filho<br />
Que ao pari – lo<br />
Como cadela danada o enjeita e atira<br />
Para a sarjeta da vida<br />
Tal como algo putrefacto<br />
Um velho e roto trapo.</p>
<p>Ser mãe, é dar – lhe o seu sangue, uma vida.</p>
<p>Ser mãe, é estar do seu lado<br />
Vigilante a todo o instante<br />
Para que nada falte ao seu filho<br />
Tão querido, tão amado!  </p>
<p>Ser mãe, é isso e muito mais!<br />
É em silêncio sofrer sem ais…</p>
<p>É rir de contente<br />
Do mais pequeno instante<br />
Que faz feliz<br />
O seu petiz.</p>
<p>Ser mãe, é defender até à morte<br />
O seu filhote<br />
Como a loba ferozmente com valentia<br />
Defende a sua cria.</p>
<p>A todas vós mães e avós<br />
Mães galinhas extremosas<br />
Mulheres de todo o mundo<br />
Neste dia em todo lado comemorado<br />
Vos peço perdão pela demora<br />
Mas aqui e agora<br />
Vos rendo vassalagem<br />
Me curvo à vossa passagem.</p>
<p>E ao lembrar – me de minha mãe<br />
Velhinha, lá longe sozinha<br />
No seu cantinho<br />
No silêncio do meu quarto<br />
Meus olhos choram lágrimas silenciosas<br />
Que molham e deslizam pelo meu rosto devagarinho.</p>
<p>São mágoas<br />
Águas derramadas<br />
Que eu seco com o meu lenço<br />
De linho. </p>
<p>Se é feio um homem chorar, não me importo de ser feio.<br />
&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Maio de 1994<br />
 In, __ Entre o Ter e o Querer__ Julho 2000                                                                                    </p>
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	</item>
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		<title>Bicharada Zangada</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/05/02/bicharada-zangada/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 19:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[bicharada]]></category>

		<category><![CDATA[burro]]></category>

		<category><![CDATA[cão]]></category>

		<category><![CDATA[galinha]]></category>

		<category><![CDATA[gato]]></category>

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		<description><![CDATA[Bicharada zangada
( Um porco encontra a sua comadre galinha)
Então comadre galinha!
Como vai a vidinha?
Bem ou não?
Olhe compadre porco,
Isto não vai nada mal.
Veja lá, que meu dono passa mal
Para me dar uns quilinhos de milho
E até de trigo!
Ai que papas mais ricas fazia!
E só para uns ovinhos me apanhar!
Tal é a pouca vergonha
Planta – se de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Bicharada zangada<br />
( Um porco encontra a sua comadre galinha)</p>
<p>Então comadre galinha!<br />
Como vai a vidinha?<br />
Bem ou não?</p>
<p>Olhe compadre porco,<br />
Isto não vai nada mal.<br />
Veja lá, que meu dono passa mal<br />
Para me dar uns quilinhos de milho<br />
E até de trigo!<br />
Ai que papas mais ricas fazia!</p>
<p>E só para uns ovinhos me apanhar!<br />
Tal é a pouca vergonha<br />
Planta – se de sentinela<br />
Quando os estou das entranhas a largar.</p>
<p>Antes ainda comia uma galinhita<br />
De quando em vez, aquando das doenças<br />
Paranóias das crenças!<br />
Agora não! É obra da ciência!<br />
Já não andam tão encrencados<br />
Andam todos vacinados.</p>
<p>Ah! E então o compadre?</p>
<p>Olhe comadre,<br />
Eu já nem sei o que pensar ou dizer.<br />
Meu dono para um dia me comer<br />
Enche – me tanto a pança!<br />
Diz que é para a matança.</p>
<p>Olha! Olha! Lá vem o Sr. Cão.</p>
<p>Então Sr. Cão, como vai isso? Bem ou não?</p>
<p>Não, não vai bem não.<br />
Meu dono quanto mais eu gosto<br />
Dele, mais mal me trata.<br />
Ele come a carne e o pão<br />
A mim dá-me ossos com cheiro a batata.</p>
<p>E o nosso amigo Burro?</p>
<p>Burro! Esse? É só de nome!</p>
<p>Um dia quando o dono demais o carregou<br />
Nem para trás olhou,<br />
Espetou-lhe uma parelha!<br />
Foi cá um par de coices!<br />
Teve sorte o malvado<br />
Apanhou-o só de lado<br />
Se fosse em sítios tais<br />
Ficava aos ais – ais.</p>
<p>De repente todos se calaram<br />
Para a frente olharam<br />
E viram um garboso gato<br />
Senhor dos bigodes<br />
Não entrando em pagodes<br />
Botou palavra e assim falou:</p>
<p>__Façam como eu. Se me chama não oiço,<br />
Se algo me ordena não faço.<br />
Quem pensa que sou?<br />
Não sou artista nem palhaço<br />
Pró circo não vou<br />
A mim não doma<br />
Em mim não pega a sua goma__.</p>
<p>Todos se entreolharam,<br />
Um silêncio sepulcral se fez sentir<br />
E como o retinir<br />
De campainhas, naquelas cabeças martelou.</p>
<p>Depois de um pouco pensar<br />
Todos concluíram como actuar.</p>
<p>Para mim acabou<br />
Não come mais ovos que eu ponha!<br />
Nem mais um lhe dou!<br />
Haja vergonha.</p>
<p>E eu não corro mais,<br />
Não dou nem mais um passo,<br />
Nem mais um coelho eu caço,<br />
Jamais!</p>
<p>E eu porco sou<br />
Mas parvo não.<br />
Vai ver quem sou<br />
Dou – lhe um safanão<br />
Com o meu focinho<br />
Que o ature o meu vizinho.</p>
<p>In, Entre o Ter e o Querer , julho 2000</strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/carva55.wordpress.com/254/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/carva55.wordpress.com/254/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carva55.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carva55.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carva55.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carva55.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carva55.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carva55.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carva55.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carva55.wordpress.com/254/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carva55.wordpress.com/254/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carva55.wordpress.com/254/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carva55.wordpress.com&blog=700600&post=254&subd=carva55&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pois é</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/05/02/pois-e/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 18:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Burros]]></category>

		<category><![CDATA[Carecas]]></category>

		<category><![CDATA[Chicos espertos]]></category>

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		<description><![CDATA[

 É tão verdade
Que não há  carecas burros
Como verdade é
Que há muitos burros carecas !  
E eu que careca sou e algo de burro também
Estou à vontade
Para falar desta realidade
A muitos filhos da mãe !  
       ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/burro-21.jpg"><img src="http://carva55.files.wordpress.com/2008/05/burro-21.jpg?w=203&h=300" alt="" width="203" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-256" /></a><br />
<strong><br />
 É tão verdade<br />
Que não há  carecas burros<br />
Como verdade é<br />
Que há muitos burros carecas !  </p>
<p>E eu que careca sou e algo de burro também<br />
Estou à vontade<br />
Para falar desta realidade<br />
A muitos filhos da mãe !  </strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/carva55.wordpress.com/245/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/carva55.wordpress.com/245/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carva55.wordpress.com/245/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carva55.wordpress.com/245/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carva55.wordpress.com/245/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carva55.wordpress.com/245/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carva55.wordpress.com/245/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carva55.wordpress.com/245/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carva55.wordpress.com/245/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carva55.wordpress.com/245/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carva55.wordpress.com/245/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carva55.wordpress.com/245/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carva55.wordpress.com&blog=700600&post=245&subd=carva55&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Baile dos Malditos</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/03/15/o-baile-dos-malditos/</link>
		<comments>http://carva55.wordpress.com/2008/03/15/o-baile-dos-malditos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 19:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[Dança]]></category>

		<category><![CDATA[Baile]]></category>

		<category><![CDATA[Bailinho]]></category>

		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<category><![CDATA[malhão]]></category>

		<category><![CDATA[baile dos malditos]]></category>

		<category><![CDATA[criaturas vesgas]]></category>

		<category><![CDATA[nuas]]></category>

		<category><![CDATA[luz da lua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://carva55.wordpress.com/?p=232</guid>
		<description><![CDATA[ 

Há sombras
Rocambolescas
Nesgas de gente criaturas vesgas
Dançando nuas
À luz da lua
No fim da rua . 
Quero , com elas quero dançar
Dançar até fartar .
Dançar nesse baile dos malditos
Animado com tambores
Cornetas e apitos
Quero dançar .
Dançar: o Rock, o Samba
A Valsa , a Lambada
O Roça-Roça, o Bailinho
O Corridinho
O Tango
O Fandango.
Para cá
E para lá
Nesse baile dos malditos
Quero dançar
Dançar
Até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href='http://carva55.files.wordpress.com/2008/03/danca-1.jpg' title='danca-1.jpg'><img src='http://carva55.files.wordpress.com/2008/03/danca-1.thumbnail.jpg' alt='danca-1.jpg' /></a><a href='http://carva55.files.wordpress.com/2008/03/ginastica-especial.jpg' title='ginastica-especial.jpg'><img src='http://carva55.files.wordpress.com/2008/03/ginastica-especial.thumbnail.jpg' alt='ginastica-especial.jpg' /></a> </p>
<p><strong><br />
Há sombras<br />
Rocambolescas<br />
Nesgas de gente criaturas vesgas<br />
Dançando nuas<br />
À luz da lua<br />
No fim da rua . </p>
<p>Quero , com elas quero dançar<br />
Dançar até fartar .<br />
Dançar nesse baile dos malditos<br />
Animado com tambores<br />
Cornetas e apitos<br />
Quero dançar .</p>
<p>Dançar: o Rock, o Samba<br />
A Valsa , a Lambada<br />
O Roça-Roça, o Bailinho<br />
O Corridinho<br />
O Tango<br />
O Fandango.</p>
<p>Para cá<br />
E para lá<br />
Nesse baile dos malditos<br />
Quero dançar<br />
Dançar<br />
Até fartar . </p>
<p>( In __Entre o Ter e o Querer , Editorial Minerva Julho 2000</p>
<p> </strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/carva55.wordpress.com/232/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/carva55.wordpress.com/232/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carva55.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carva55.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carva55.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carva55.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carva55.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carva55.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carva55.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carva55.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carva55.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carva55.wordpress.com/232/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carva55.wordpress.com&blog=700600&post=232&subd=carva55&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cicloamores</title>
		<link>http://carva55.wordpress.com/2008/02/13/cicloamores/</link>
		<comments>http://carva55.wordpress.com/2008/02/13/cicloamores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 15:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carva55</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[POESIA]]></category>

		<category><![CDATA[Amor]]></category>

		<category><![CDATA[amores]]></category>

		<category><![CDATA[Dia dos namorados]]></category>

		<category><![CDATA[Namorados]]></category>

		<category><![CDATA[namoricos]]></category>

		<category><![CDATA[namoro]]></category>

		<category><![CDATA[Paixão]]></category>

		<category><![CDATA[Paixões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://carva55.wordpress.com/?p=229</guid>
		<description><![CDATA[

( FOTOS, da NET )
Cicloamor ( I )
Oh! Meu amor
Meu estupor.
Socorro estou apaixonado
Desumanizado.
Sou uma pachorrenta
Cavalgadura.
Cavalgam – me o nariz lunetas
Apenas enxergo em frente o resto são tretas.
Cicloamor ( II ) 
Apaixonado, é vaguear
No chão ou no ar
Ébrio planante
A tudo indiferente
Ora acre
Ora doce
Prenhe de loucura errante.
Cicloamor ( III )
O amor é um monstro de sete cabeças!
Tritura!
Devora!
Mata!
Abandona!
Abençoa! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href='http://carva55.files.wordpress.com/2008/02/rosto-e-rosa.jpg' title='rosto-e-rosa.jpg'><img src='http://carva55.files.wordpress.com/2008/02/rosto-e-rosa.thumbnail.jpg' alt='rosto-e-rosa.jpg' /></a><a href='http://carva55.files.wordpress.com/2008/02/patos1.jpg' title='patos1.jpg'><img src='http://carva55.files.wordpress.com/2008/02/patos1.thumbnail.jpg' alt='patos1.jpg' /></a><br />
<strong></p>
<p>( FOTOS, da NET )</p>
<p><strong>Cicloamor ( I )</p>
<p>Oh! Meu amor<br />
Meu estupor.</p>
<p>Socorro estou apaixonado<br />
Desumanizado.</p>
<p>Sou uma pachorrenta<br />
Cavalgadura.</p>
<p>Cavalgam – me o nariz lunetas<br />
Apenas enxergo em frente o resto são tretas.</p>
<p>Cicloamor ( II ) </p>
<p>Apaixonado, é vaguear<br />
No chão ou no ar<br />
Ébrio planante<br />
A tudo indiferente<br />
Ora acre<br />
Ora doce<br />
Prenhe de loucura errante.</p>
<p>Cicloamor ( III )</p>
<p>O amor é um monstro de sete cabeças!<br />
Tritura!<br />
Devora!<br />
Mata!<br />
Abandona!<br />
Abençoa! </p>
<p>Cicloamor  ( IV )</p>
<p>O amor aparvalha – nos<br />
A todos.<br />
Cegos e moucos<br />
Repudiamos a verdade<br />
Exorcizamos a realidade<br />
E a nossa cara-metade<br />
Fedorento mamarracho horrendo<br />
Torna-se beldade iriante<br />
E empolgante</p>
<p>Cicloamor ( V ) </p>
<p>O amor é uma nuvem de encanto envolvente<br />
De uma poção cativante<br />
Que hipnotiza a gente.</p>
<p>Cicloamor ( VI )</p>
<p>Em amores e paixões<br />
Há milhões<br />
De interpretações.<br />
Há cores nas imagens multicoloridas<br />
Há sons maravilhosos nas melodias<br />
Há vibrações estranhas!<br />
Perigos, prazeres, em lutas, em batalhas,<br />
Com coragem e valentia enfrentadas<br />
Nos socalcos, nas curvas<br />
Das paixões loucas<br />
Nos amores desmedidos<br />
Das nossas vidas.</p>
<p>Mas afinal, o que é o amor? Ninguém sabe de facto<br />
Porque é o cúmulo do abstracto.</p>
<p>In , __ Entre o Ter e o Querer , Editorial Minerva Julho 2000</strong> </strong></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/carva55.wordpress.com/229/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/carva55.wordpress.com/229/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/carva55.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/carva55.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/carva55.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/carva55.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/carva55.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/carva55.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/carva55.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/carva55.wordpress.com/229/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/carva55.wordpress.com/229/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/carva55.wordpress.com/229/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=carva55.wordpress.com&blog=700600&post=229&subd=carva55&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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