Mãe , teu ventre me gerou
E o berço me embalou .
Teu doce falar
Ao acarinhar
Teu saber grandioso
Para a vida me soube preparar
Fazendo de mim trabalhador
Lutador
E não ocioso
preguiçoso .
No ventre me transportaste
Imagino quanto peso carregaste !
Quantos sacrifícios passaste !
Tantos filhos criaste !
Mãe , sei que meu silêncio te faz sofrer.
Olha , não é palavra vã
Mesmo , mesmo amanhã
Te vou escrever .
E para alegrar teu coração
Sem mais demora
Que já é hora
A carta mando de avião .
In, __ Entre O Ter e o Querer__, Julho 2000
Lindissimo e mãe que é mãe será sempre “galinha”:)))
Um beijo sincero para ti poeta e extensível a toda a família
Comentário por Fatyly — Maio 15, 2008 @ 8:39 am